quarta-feira, 11 de maio de 2011

" - Palhaço!! "












O Bar é um circo

Onde todos se acham

(Sob maquiagem borrada)

No direito de ser protagonista !


O bêbado?

Eterno palhaço!

(No retocar da maquiagem)

Só quer mesmo comer a trapezista !



terça-feira, 5 de abril de 2011

Reticências e Intenções ;)

O mal das intenções
faz-me enlouquecer...

Com muito carinho, meu bem....
Só quero fazer...

Um suco de amor pra você!

terça-feira, 8 de março de 2011

O Teu Amor Cheira Mal



Que beijo...

Desgraçada !!

Cocaína doce...

Teu respirar em minha barba !


Você me desdenha

Me pisa !

E eu gosto, rastejo...

Esta noite é minha

Sou o único que posso !


Filmo de longe

Tua maldade épica !

tomando meu trago


Charmosa...

como um gole de vinho

Meu predileto afago


Baby, eu não resisto

Mentir é meu charme

Admitir atração é derrota

Olhando em teus olhos, omito:


“ O teu amor cheira mal !

É um resto de cerveja

que mofou no copo

naquela noite de carnaval ! “

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Coveiro !


O ventilador e a merda
Coito frenético !
Orgasmo putrefato, absoluto.
Profissionalmente insano, ético!

Um contrato em branco
Partitura sem notas
Baseados em variáveis fixas
Apenas ruído, derrotas!

Enrola um cigarro...
De mãos dadas com o fracasso
Frio, medo e insegurança
sonha com medelhas, fato escasso !

O que vale a vitória ?
Dinheiro? Sexo?
Memória ?

A vala está aberta...

Preencher com terra ?
Concreto é mais seguro !
Bem dimensionado, e com margem de erro

Um álbum sem fotografias
apiloado na sub-base
Suruba de enigmas pós-enterro !

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pândega !


Ela se diz ninfomaníaca
Do tipo que surta e dá porrada!
Faz da cama, coração...
E da buceta, sentimento!

Em seu olhar, vejo morte !
Vazio preenchido de nada...
Maquiando dor com uma trepada
Um motel abandonado ao som do vento

Que delícia de farsa, meu bem!
Tua mentira, tua trapaça
Agridoce, tipo vinho seco na taça
Uma porção completa de desdém

Não se espante com a falácia
É só a oração do sexo...
Sem amor, nem compromisso
Pode ajoelhar, dizer amém !

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Papel Higiênico



A desova do erro é a conseqüência
À vista, e em tempo real
Sem pindureta, nem cheque especial
Apenas o débito da escolha sem anuência

Usar a si mesmo como moeda
Faz da alma um cheque sem fundo
Carimbado no verso com decadência

E se a cotação estiver em queda ?
No extrato, o prejuízo é fecundo
Voltemos então a ela, a conseqüência.

Erupção dos nervos em evidência
Do céu ao chão em um segundo
Na face, expresso remorso imundo
Ao idioma palavrão, peço licença:

Vá se fuder no inferno !
De coração, desejo a ti
Valor material do mundo

Enfie no cu as malditas notas!
Pagando com juros tua incoerência.


* Fonte da Imagem : http://downloads.open4group.com/wallpapers/1024x768/papel-dinheiro-7639.html

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fazendo das Tripas Rotina !



Boa noite meu amor...
Sou um cemitério de insensatez!


Nas entrelinhas reside o ócio
Mutação de puro ódio
Avesso nato da lucidez


A certeza faz-me rir
onde o presente é o passado


Vadio de merda, me levanto!
Contraditório, caio em Pranto
Prévio futuro clichê, famigerado!


A fuga é o túnel do óbvio
Ponto zero de um círculo


Substâncias por sensações
Inesperado é ficar sóbrio
neste inferno lírico de versículo


E com as tripas faço embrulho
de sentimentos e conjunções
Vômito e náuseas sobre o entulho
Produto líquido das decisões

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Inferno Lírico no Poema Dia !

Com um Tom de ironia...

Leiam, cambada !

Fui.